segunda-feira, 21 de julho de 2014

Posted by Diana Ferreira on 21:38

Literatura em foco: Antonio Fagundes e Alexandre Borges participam de programação gratuita



Para homenagear o escritor e poeta Carlos Queiroz Telles (1936 – 1993), o Museu da Língua Portuguesa recebe dois eventos especiais. O primeiro, no dia 22 de julho, às 20h, conta com leitura dramática de um dos textos do homenageado feita por Alexandre Borges e outros artistas convidados. No dia 24 de julho, também às 20h, é a vez de um debate sobre a obra do escritor, com a participação do ator Antonio Fagundes. Ambos os eventos têm entrada livre.

Além de escritor e poeta, dramaturgo. Carlos Queiroz Telles escreveu para a televisão a novela “O Julgamento”, além das consagradas séries “Carga Pesada” e “Malu Mulher”. Também dedicou-se à literatura infantil, com a peça “Draculinha, a vida acidentada de um vampirinho”. Ainda para o teatro, adaptou importantes textos estrangeiros, como “Autos Sacramentais”, do célebre espanhol Calderón de La Barca.
---------------------------------------Catraca Livre
Serviço

O QUE: Homenagem - Carlos Queiroz Telles

QUANDO: Ter 22/07 às 20:00
Qui 24/07 às 20:00

QUANTO:
Catraca Livre

ONDE:
Museu da Língua Portuguesa
http://www.museulinguaportuguesa.org.br
Praça da Luz, s/nº Luz - Centro
São Paulo (11) 3326-0775

OBSERVAÇÃO
Ingressos gratuitos distribuídos na bilheteria 30 minutos antes de cada atração.

sábado, 19 de julho de 2014

Acabou!

Posted by Diana Ferreira on 11:49

O legado de Em Família!


Em Família chega ao fim esta semana e fico pensando qual será o legado que a trama de Manoel Carlos vai deixar. Mesmo uma produção irregular como Amor à Vida não será esquecida por conta de tipos como Félix (Mateus Solano), Valdirene (Tatá Werneck), Márcia do Espírito Santo (Elizabeth Savalla) e Aline (Vanessa Giacomo). E pelo emocionante beijo entre Félix e Niko (Thiago Fragoso), no último capítulo. Já o beijo de Marina (Tainá Müller) e Clara (Giovanna Antonelli) teve impacto zero e nenhum personagem da novela realmente tocou o espectador.

Julia Lemmertz fez o que pode com a mais amarga das Helenas do autor. Mas foi difícil criar empatia com o público, já que ninguém compactuou com sua obsessão por Laerte (Gabriel Braga Nunes). Bruna Marquezine se saiu bem nas cenas de choro de Luiza, mas em alguma cenas parecia pouco a vontade com o enredo da moça que resolver se envolver com um sujeito ciumento doentio e que tanto mal fez à sua família. Difícil de engolir mesmo! Shirley (Vivianne Pasmanter) teve as melhores frases de toda a novela, mas fechou a história como uma personagem rasa e sem propósito

Já entre os protagonistas masculinos, Gabriel e Humberto Martins (Virgílio) cumpriram suas missões de forma digna. Mais sorte teve Reynaldo Gianecchini com o papel mais sóbrio de sua carreira, que ele levou com talento desde a fase “garotão sonhador” do Cadu, até a maturidade conquistada após o transplante de coração. E Vanessa Gerbelli, cuja trama ocupou os holofotes, graças à obsessão de Juliana em ser mãe. De quebra, todos os outros temas da novela – o alcoolismo de Felipe (Thiago Mendonça), o trauma de estupro de Neidinha (Elina de Souza) e a busca de André (Bruno Gissoni) por sua mãe biológica – ganharam tratamento corretos mas sem virtuosismo. Muito pouco para uma obra quer encerra a trajetória de um mito como Manoel Carlos. Enfim, o legado de Em Família pode ser a frustração geral. Pena!
--------------------------------Jorge Luiz Brasil
Frustração.  Essa palavra resume o meu sentimento em relação a essa novela.  Postei essa crítica do Jorge Luiz Brasil porque, sinceramente, não quero me dar ao trabalho.  E nem posso. Eu assisti essa novela apenas no seu primeiro mês e não sei nem o nome de todos os personagens.  Escrevi um texto nessa época, aqui no Blog, falando sobre algumas coisas que me incomodavam nesse folhetim, e pouco mudou de lá pra cá.  Se mudou, foi para pior.  Por isso, não vai ter crítica, balanço, comentário, homenagem, nada.  Julia merece todas as homenagens do mundo, mas se eu fizer qualquer tipo de homenagem que envolva essa novela, vou me sentir hipócrita.

Julia é uma atriz maravilhosa, uma guerreira, tirou leite de pedra com as poucas cenas boas que lhe deram.  Mas até essas cenas eram difíceis de assistir.  Foi deprimente ver tanto sofrimento da sua personagem, uma história totalmente incoerente, um verdadeiro insulto à inteligência do telespectador.  Rebaixarem a Julia a coadjuvante é imperdoável, um desrespeito, e me atingiu pessoalmente. Impliquei, peguei birra dessa novela, odiei com todas as minhas forças.  Não tenho absolutamente nenhum elogio a fazer sobre essa novela, exceto o empenho dos seus atores.

Em entrevista recente, o autor disse que fez "a novela que queria fazer".  Ontem, na festa de despedida da novela, Manoel Carlos soltou essa pérola: " a novela deu de 7 a 1".  Quanta arrogância.  Não sei se isso é demência ou cinismo, mas espero nunca ver esse senhor na minha frente na vida, senão ele vai ouvir muito desaforo de mim.

Não vou falar mais nada.  Contei os dias para essa novela acabar.  Agora sim, terei paz.  E assim como a derrota do Brasil por 7 x 1, tudo que eu quero é esquecer.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Alexandre participa de contagem regressiva da revista Quem

Posted by Diana Ferreira on 13:34

Alexandre Borges é o terceiro participante de nossa contagem regressiva para os 14 anos de QUEM
O ator relembra com carinho o momento que vivia há 14 anos. Ele interpretava o personagem Danilo em Laços de Família e tinha acabado de ser pai

Para celebrar as conquistas na vida pessoal e profissional, Alexandre Borges, hoje com 48 anos, posou para a edição de outubro de 2000 em sua casa com a mulher, Júlia Lemmertz, e o filho, Miguel, na época com apenas cinco meses. “Até hoje guardamos a foto dessa matéria com carinho. Eternizou um momento lindo”, conta o ator.

Faltando 12 semanas para a festa de aniversário de 14 anos de QUEM, já entramos em clima de comemoração. Semanalmente, famosos que foram destaque nas edições do primeiro ano da revista, em 2000, vão relembrar fotos e declarações que deram naquela época.

Terceiro participante da nossa contagem regressiva, Alexandre Borges vivia em 2000 o bom vivant Danilo em Laços de Família, seu sexto ano na TV Globo e primeiro encontro com o autor Manoel Carlos. “Foi um papel importante na minha carreira. Dizem que filho traz sorte. Foi um momento único profissionalmente e pessoalmente”, relembra ele, que durante as gravações da novela tinha acabado de ser pai. “Miguel era pequeno e me lembro que durante essa capa me perguntaram como foi o parto. Fiquei muito mexido com o nascimento de Miguel”, diz.

A matéria de QUEM está entre as preferidas do ator. “A gente não esperava que ficasse tão linda. O Miguel estava com carinha de sapeca, muito gostoso. Foi uma matéria bacana que registrou um momento especial da minha vida e da Júlia. Eternizou um momento lindo”, conta o ator.

Confira a matéria:





domingo, 13 de julho de 2014

Julia na final da Copa!!

Posted by Diana Ferreira on 13:57

Vai Alemanha!!!! 





Julia fala sobre a final da Copa e da novela

Posted by Diana Ferreira on 13:55

"Pena que não acertou", diz Julia Lemmertz sobre tiro de "Em Família"

Na reta final de "Em Família", Julia Lemmertz confessou ao UOL que está bem cansada com o ritmo intenso de gravações da novela. A atriz contou como foi fazer a cena em que Helena dá um tiro em Laerte (Gabriel Braga Nunes) para defender Luiza (Bruna Marquezine).

" Foi ótimo, pena que não acertou! (Risos). Foi tenso porque foi na correria, com muita cena para gravar no final do dia", disse ela, enquanto buscava seu ingresso ao camarote da Sony para assistir a final da Copa no Maracanã neste domingo (13) com o filho Miguel.

A atriz afirma que a escolha dela para ser a última Helena de Manoel Carlos mexeu com seu emocional, já que sua mãe Lilian Lemmertz, foi a primeira protagonista de Maneco. "Mexeu comigo. No início foi mais forte, mas minha homenagem à minha mãe faço todos os dias, com esse papel e todos os outros".

Morte anunciada

Fã de futebol, Julia conta que já imaginava que o Brasil não venceria essa Copa do Mundo, devido ao desempenho nos primeiros jogos. "Era uma morte anunciada. Sabia que estava difícil, mas como torcedora, tinha fé que ia melhorar. O Miguel [filho] também é bem realista. A gente sabia que não eles ia bem das pernas".

Dividida entre quem merece ser o campeão da Copa, Julia está mais inclinada para a Alemanha. "A Alemanha merece ganhar essa Copa do Mundo porque eles foram fantásticos, com futebol incrível, como deveria ser o nosso. Ao mesmo tempo, seria legal ver um país da América Latina vencer, mas vai ser um inferno perder a Copa e ver os argentinos com a taça no Brasil".
------------------------------------------UOL
Concordo com tudo que a Julia disse, tanto sobre a novela como sobre a copa!

sexta-feira, 11 de julho de 2014

'Avenida Brasil' na Argentina

Posted by Diana Ferreira on 07:57

O 'Vídeo Show' de ontem exibiu duas matérias com a cobertura da festa do último capítulo da novela.  Para assistir, clique nos links abaixo:

Elenco de Avenida Brasil se rende ao carinho dos argentinos

Cauã e Déborah vão a Buenos Aires para último capítulo da novela Avenida Brasil

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Julia Lemmertz apoia campanha de creche no Morro do Vidigal

Posted by Diana Ferreira on 14:26

Atriz aderiu a projeto de Direitos Humanos no Rio de Janeiro


Julia Lemmertz interrompeu o ritmo de gravações de Em Família para dar apoio à campanha Actionaid, que luta em prol dos direitos humanos e tenta combater a pobreza no Morro do Vidigal, na zona sul do Rio de Janeiro. A atriz vestiu a camisa e defendeu a causa da Creche Santa Clara, que atende crianças durante todo o ano.

O projeto socioeducativo Semeando o Futuro funciona na comunidade e é mantida pela Associação Lar São Francisco na Providência de Deus. Atualmente, o projeto atende 70 crianças, de 7 meses a 6 anos, mas tem demanda de toda a comunidade e precisa de doações para aumentar seu campo de atuação.
-----------------------------------Ofuxico

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Alexandre em Buenos Aires

Posted by Diana Ferreira on 18:18

Atores de 'Avenida Brasil' ganham camisa da seleção argentina



A rivalidade entre Brasil x Argentina ganhou uma trégua nesta segunda-feira, 7. Marcos Caruso, Cauã Reymond, Vera Holtz e Alexandre Borges desembarcaram em Buenos Aires, onde será exibido o último capítulo de "Avenida Brasil", e, durante uma coletiva de imprensa, ganharam uma blusa da seleção argentina com os nomes de seus personagens na história de João Emanuel Carneiro. O registro foi feito pela jornalista Pilar Smith, que postou a imagem no Twitter. O final da trama será exibido hoje num telão no Luna Park, na capital, para 6 mil pessoal.
-------------------------------------Patricia Kogut
Que maravilhoso, gente!! Que povo animado e fanático!! Fiquei besta, queria estar lá!!  Deve ter sido uma experiência incrível para os atores.  Show! Assistam o vídeo abaixo!








Confiram o vídeo com toda a exibição:

domingo, 6 de julho de 2014

Posted by Diana Ferreira on 22:56

Julia no Faustão

Para quem perdeu o 'Domingão do Faustão' hoje, alguns trechos da participação da Julia e do elenco de 'Em Família' foram postados na Globo.com.  Clique nas fotos abaixo para ver os vídeos!



sábado, 5 de julho de 2014

Olha que lindeza!!

Posted by Diana Ferreira on 12:48


As faixas:

1. Você E Eu - Gilberto Gil
2. O Barquinho - Maysa
3. Meditação - Nara Leão
4. Coisa Mais Linda - Caetano Veloso
5. Samba Do Avião - Os Cariocas
6. Summer Samba (Samba De Verão) - Marcos Valle & Stacey Kent Part:. Esp. Jim Tomlinson
7. Chega De Saudade - Zeca Pagodinho
8. Quiet Nights Of Quiet Stars (Corcovado) - Sylvia Telles
9. Desafinado - Gal Costa
10. Wave - Tom Jobim

Onde comprar:

http://www.livrariascuritiba.com.br/cd-em-familia-bossa-2014-pre-venda-prevista-para-21072014,product,AV097733,2947.aspx?src=

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Posted by Diana Ferreira on 21:09

Julia no Domingão!!

Julia vai participar do 'Domingão do Faustão' neste domingo, com parte do elenco de 'Em Família'! Imperdível!!

Alexandre vai para a Argentina com parte do elenco de Avenida Brasil

Posted by Diana Ferreira on 15:04

Cauã Reymond, Débora Falabella, Marcos Caruso, Vera Holtz e Alexandre Borges vão a Buenos Aires segunda-feira. Eles estarão na exibição do último capítulo de “Avenida Brasil” num telão, num estádio para 6 mil pessoas.
Aliás, o sucesso da novela de João Emanuel Carneiro motivou um acordo de mais três anos entre a Globo e a Telefe, informa a “Variety.com”. Hoje, a emissora argentina apresenta também “Salve Jorge”.
----------------------------------------Patricia Kogut
Que sucesso!

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Entrevista com o Alexandre

Posted by Diana Ferreira on 11:49

O Alexandre está na capa da última edição da Revista Bá.  Essa foto foi publicada no Instagram da revista, mas não sei se a revista pode ser encontrada em todo o Brasil.  Me parece que ela circula apenas no Rio Grande do Sul.  Vou averiguar, e aviso onde adquirir, ou publico a matéria, caso a encontre online!


Alexandre participa do JP Morning Show

Posted by Diana Ferreira on 11:34

O Alê está dirigindo mais um espetáculo! Saiba mais, ouvindo a entrevista que foi ao ar ontem, na Jovem Pan:

Alexandre Borges aproveita intervalo na TV para projetos no teatro e cinema | Parabólica com José Armando Vannucci

quarta-feira, 25 de junho de 2014

HOJE nas bancas!!

Posted by Diana Ferreira on 08:56



Julia Lemmertz opina sobre final de Em Família: 'Por mim, Helena acabaria sozinha'
A atriz chega aos 51 com um corpaço de dar inveja, feliz no amor e estrela da novela das 9

Julia Lemmertz, 51, indicada na categoria de Melhor Atriz do 16º Prêmio CONTIGO! de TV, resume como "parceria de vida" o combustível que move seu casamento com Alexandre Borges, 48, há 21 anos: "Nossa relação está na maioridade, já passou pela infância e pela adolescência. Temos muita história. Somos independentes, com os filhos criados, se não valesse a pena, não teria por que estarmos juntos", reconhece ela. Mãe de dois - Miguel, 13, e Luiza, 26 -, a atriz não se vê tendo outro filho, mesmo adotado. "Alê fala em adoção, já teve época de falar mais. Só que a gente vai ficando meio cansado. Criança pequena dá trabalho", explica ela. Apesar disso, diz que não vê a hora de ser avó. "Vou enlouquecer. Sou capaz de largar tudo para cuidar do meu neto."

Protagonista da novela Em Família, Julia surpreendeu o público recentemente ao exibir uma impressionante boa forma em cena sensual da trama de Manoel Carlos. Um corpo moldado por anos de alimentação regrada (nada de enlatados, embutidos e refrigerantes), trabalho de alongamento, meditação ("Que me ajuda na concentração e melhora o sono") e atividade física constante. A mais recente paixão é o stand-up paddle. "Só preciso de um mar calminho", diz ela, que já fez ioga e malhação, mas gosta mesmo é de caminhar com o marido pela Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio.

Em casa, Julia contraria a torcida que arrisca um final feliz para sua personagem Helena, a última do autor. Alexandre e Miguel querem que a personagem termine ao lado de Virgílio (Humberto Martins, 53) e não com Laerte (Gabriel Braga Nunes, 41). Já Luiza, que é filha de sua união com o produtor Álvaro Osório, 62, não participa desse momento porque mora em São Paulo, onde faz teatro no Centro de Pesquisas Teatrais (CPT), do diretor Antunes Filho, 84. "Por mim, Helena acabaria sozinha. Laerte cumpriu a pena dele, viajou, estudou, casou, teve sucesso na vida. E Helena ficou na sola do sapato sempre. Ela fica com Virgílio para tentar reparar uma coisa do passado", avalia Julia.


A atriz se identifica com Helena em alguns pontos. "Minha personagem é uma mãe dedicada, amorosa, acho que também sou. É meio mãezona de todo mundo. Tem o mesmo pavio curto que eu, às vezes, também tenho. É impaciente e eu também sou...", detalha. Mas a atriz faz uma pausa e critica o senso de justiça da protagonista de Em Família: "Ela é muito justiceira no sentido de que as coisas sejam reparadas. E na vida nem sempre é assim. Tem o meio-termo". E prossegue: "Ela tem uma mágoa, um ressentimento guardado que eu não tenho. Não deixa que o tempo cure as feridas. Sou justamente o contrário. Prefiro que as coisas tenham a importância que têm no momento em que estão acontecendo. E pronto. Amanhã é outro dia, mas o que está acontecendo é agora", ensina.


Infância nos camarins

Para Julia, os fortes confrontos de Helena com a filha, Luiza (Bruna Marquezine, 18), podem ser resultado do excesso de mimo que a garota recebeu. "É o que a estraga", sintetiza a atriz. "Eu não fui mimada, não. Fui amada pela minha mãe, pelos meus pais (os atores Lilian Lemmertz e Lineu Dias, ambos já falecidos). Eu ficava nos camarins ou com meu pai, quando só minha mãe estava em cartaz. Ia para casa da minha avó, passava umas temporadas lá. Mas nada sofrido, tudo bom. A gente sobrevive a tudo", relembra.

Como mãe, ela garante que não enfrenta esse dilema. "Tive quase dois filhos únicos. Foram duas crianças muito bacanas, nunca me deram trabalho. Miguel e Luiza são muito sensíveis, do bem, amorosos, companheiros da gente. Entendem o trabalho, a loucura que é ser ator e, quando podemos, ficamos todos juntos."

Julia confessa o desejo de se tornar avó. "Não penso ainda em cobrar um neto de Luiza, apesar de eu ter sido mãe aos 24", diz. Mas isso não impede de ela imaginar sua reação quando tiver que desempenhar o papel. "Sou capaz de deixar Luiza trabalhar e ficar em casa com o bebê. Vou ficar completamente louca. Vou ser como Renata Sorrah (67), que ficou assim quando nasceu o Miguel (7), o primeiro neto dela", brinca.

Julia sabe que, quando ficou grávida pela primeira vez, vivia uma situação diferente de sua filha. "É outro tempo. Com 23 anos eu já não tinha mais a minha mãe e já trabalhava desde os 18. Luiza está fazendo uma carreira diferente de mim. Com 25 está no início profissional. Ainda vai demorar para engravidar. E Alê não está preparado para ser avô. Vai ser demais para ele", diverte-se.

Apesar do mito de que filho homem sempre se identifica mais com o pai, Julia não tem o que reclamar da relação com Miguel. "Ele fala tudo para mim. A gente conversa muito, somos muitos sinceros, parceiros." Mas admite que há confidências que são feitas com o pai. "Eles têm uma identificação grande, os dois têm o mesmo humor e são bem parecidos." Ela acrescenta que o garoto é muito extrovertido e já manifesta o que quer ser profissionalmente. "Outro dia falou que queria ser repórter, depois Homem do Tempo, ou então ser o editor-chefe do Jornal Nacional. O ídolo dele é William Bonner (50). Já vai para chefe (risos). Eu digo: 'Seja lá o que você for fazer, tem de estudar, ter formação e responsabilidade'."


"Ele é incrível"

Julia Lemmertz define com uma frase seu casamento com Alexandre Borges, que chega aos 21 anos: "É o amor e a vontade de ficar junto". Do relacionamento, eles tiveram um filho, Miguel, 13. "Ainda está valendo a pena, por isso estamos juntos. É uma parceria de vida. Temos muita história. Somos independentes, com os filhos criados, se não valesse a pena não teria por que estarmos juntos. Tem de ter uma vontade para que a coisa aconteça", explica ao falar do casamento. Julia acredita ainda que, quando uma relação chega à maioridade, o que se vê pela frente são novas descobertas a dois. "Agora mesmo queremos fazer um projeto de teatro ou de cinema juntos. Gosto e sinto falta de trabalhar com Alê. Ele é incrível!", elogia.


A atriz diz que ela e o marido se dedicam à manutenção do romantismo na relação. Mas admite que esse clima não é o mesmo do início do relacionamento. "Claro que muda. É de fases. Agora eu estou em um período em que ando trabalhando muito, gravando muito, então não vejo ninguém. Mas a gente entende que é um momento, uma fase, que logo mais isso passa, a gente viaja e retoma a nossa vida."

Atualmente, Julia anda muito orgulhosa da recente estreia de Alexandre como diretor teatral, na peça Uma Pilha de Pratos na Cozinha, de Mário Bortolotto, que estreou no Rio de Janeiro. Mas não tem a pretensão de seguir os mesmos passos. "Mal dou conta de mim mesma, de ser atriz. Tenho um marido que dirige, isso já está ótimo." Julia dá uma gargalhada ao saber que o marido é defensor da tese de que aos 50 anos aparecem bons personagens, mas já não dá mais para encarar uma balada. "Até daria, mas a conta vem 'detalhada' no dia seguinte. Sua cara não vai estar boa...", diz Julia rindo. A atriz, portanto, não é de noitadas. "Não sou de sair, de beber. Só vou fazer isso, ir a uma festa, dançar, se, no dia seguinte, não tiver trabalho."



domingo, 22 de junho de 2014

Julia na capa do Canal Extra de hoje!!

Posted by Diana Ferreira on 11:41



Julia Lemmertz mergulhou no mar de contradições de sua personagem e, reconhece, sai dele diferente. Não se afogou. Ao contrário, aceitou o mistério de ser Helena, a dor e a delícia. Apesar do percurso errante da protagonista de “Em família”, do tipo “ame-a ou deixa-a”, a atriz não fez desta conversa um instrumento de lamentações nem falou em desafio, essa palavra de luxo — uma espécie de resposta-padrão para atores descreverem trabalhos difíceis. Inteira no papel, defendeu seu drama, e sobressaiu ao quebrar a regra, surgindo de calcinha e sutiã quando Helena, numa bebedeira até então improvável, seduz Virgílio (Humberto Martins). Na ficção, a atitude levou à noite de amor do casal, antes brigado. Fora dela, trouxe, enfim, o calor do público.

— Quando li aquilo, falei: “Ai, meu Deus, me ajude”. Tentei fazer uma aula de pilates um dia antes, mas não deu. Escolhi a calcinha e o sutiã que ficavam melhor para mim, e combinei que não teria essa coisa de ficar dando voltas — confirma Julia sobre o momento de malícia, um dos assuntos mais comentados do Twitter quando foi exibido: — Se teve uma cena em que me diverti foi essa. Ela passou a história toda sofrendo e, ali, era uma comédia romântica. Sabia que ia causar uma celeuma.

De repente, não mais que de repente, o corpo da atriz ficou em primeiro plano. E Helena, cujo o passado a mantinha refém de uma ciranda de amargura, desabrocha, com faíscas de desejo. A boa repercussão da cena abriu caminho para uma outra, ainda não exibida, mas já escrita por Manoel Carlos, que deixa um depoimento no fim do texto. Nela, à flor da pele, o casal transa no haras de Shirley (Vivianne Pasmanter):

— Isso daí eu já acho forçação de barra, porque eles estão de bota, calça cumprida. Não rola. A gente sempre dá uma dichavada. Vai ser um beijo, um amasso. Não é uma cena escrita como a outra, essa vai junto no decorrer da trama. Uma cena de amor na relva não vai rolar. Não é para tanto.
A despeito da função dramática, as sequências formam a moldura ideal para realçar a boa forma da atriz, de 51 anos. Mas a luz jogada sobre o assunto é prontamente dissipada. Sempre com respostas em que firmeza e singeleza convivem sem estridência, ela desmonta a vaidade e, diante do quebra-cabeça proposto, destaca a peça fundamental:

— Claro que você quer se sentir bonita, quer estar bem. Mas isso não vem à frente de um trabalho. Adoro que as pessoas achem que estou ótima. E eu estou bem mesmo. Mas estou bem para mim. Não foi: “Ah, vou ficar pelada na novela e preciso estar bem”. Nunca pensei que isso fosse acontecer, mas preciso estar pronta. Estou viva, com tesão, querendo fazer um trabalho legal. Sou grata por tudo. Meu corpo é meu instrumento real, mas não vou ficar assim o resto da vida. Não sou o Dorian Gray (personagem do livro do escritor irlandês Oscar Wilde), um retrato na parede que não envelhece.

Não se trata de uma ideia soprada ao acaso. O pensamento sobre o correr do tempo e as marcas carregadas por ele conduzem a atriz ao desejo de um futuro pleno e muito vivo: envelhecer sem perder a ternura, sem perder a expressão. Principalmente, sem se perder. Satisfeita aos 50, sem plástica ou botox, mas com mais de 30 anos de meditação na bagagem, amansando os dias difíceis, Julia quer da velhice a coragem para os novos trabalhos; deixa de lado, assim, o reflexo da neurose, as brigas com a idade em frente ao espelho.

— Quantas atrizes têm 70, 80 anos, que estão fazendo personagens incríveis e parecem ter 70 e 80? Você conta nos dedos. Eu cobiço isso. Cobiço ser uma atriz incrível com uma cara incrível. As pessoas te cobram uma juventude, mas se esquecem que envelhecer é para todos. A juventude eterna não existe nem vai, por mais creme, por mais plástica, por mais vitamina. Tem que parar de ser hipócrita e achar que só a juventude e a beleza é que dão certo. A própria televisão não sabe disso — avalia a atriz, que estreou na TV em “Os adolescentes”, em 1981, na Band.

Mais de 40 anos separam a menina que, com bengala, chapéu e um inglês improvisado, dançava ao som de “Cabaret”, numa brincadeira de criança, da protagonista de “Em família”. Entre as pontas, uma vida, e interpretações das mais diversas, incluindo empreitadas mais experimentais, como no teatro de José Celso Martinez Corrêa, ou em filmes comerciais como “Lua de cristal” (1990), com Xuxa. A novela das nove, porém, parece confundir a lógica de qualquer carreira estabelecida. Embora se apegue ao aspecto mais doce dessa jornada, Julia tem consciência do que significou cumpri-la.

— Saio dessa novela com um grau a mais, que nem aquele grau que você tem no karatê. Trabalhei muito. Todos nós. Vivi uma vida paralela à minha vida. A vida pessoal ficou em suspenso — avalia Julia, que descobriu ser a escolhida para o papel com o especial “Viva a TV!”, do EXTRA, em novembro de 2011, uma homenagem às Helenas do autor.

Perto do fim — a novela termina dia 18 de julho — a sina de ser torta na vida parece vestir Helena com propriedade. E não é esse mesmo o feitiço dela? Maneco já havia alertado sobre sua heroína: “Todas foram julgadas com muito rigor”. Talvez numa opção lúdica de autopreservação, Julia afirma não ter acompanhado nas redes sociais os comentários, nem sempre favoráveis, em torno da trama.

— É difícil você gostar de uma personagem que todo mundo está contra, o marido, a mãe e a filha. Ela é quase uma Geni (a trágica personagem de Nelson Rodrigues). Ela não dá o braço a torcer, e isso foi uma coisa que me ajudou, porque sempre achei que ela tinha razão. Acho um absurdo essa história do Laerte (Gabriel Braga Nunes) ficar impune, que tudo bem Luiza (Bruna Marquezine) ficar com ele. Que filha é essa que casa com o homem que fez aquilo com o pai, que causou aquela dor na mãe? Eu entendo Helena cem por cento — destaca a atriz, que comenta a reação da audiência:

 — Não fiquei me atendo a isso. Tentei dar coerência à personagem com a minha interpretação, juntando os cacos emocionais dela. Pelo menos não me tacaram pedra. Não senti uma coisa destrutiva, que não gostaram de mim pessoalmente ou do meu trabalho. Sinto que as pessoas tiveram um carinho.

Cercada de laços afetivos fortes, “Em família” estreou como uma saudação a Lilian Lemmertz, sua mãe e primeira Helena (em “Baila comigo’’, de 1981), e anunciava a última novela de Maneco. Julia percebeu que construir uma nova mulher significaria, entre outras coisas, se desvencilhar dessas referências.

— Sei da homenagem a minha mãe e ao Maneco. Mas sou eu, é para honrar o meu trabalho que a novela é importante. No frigir dos ovos, quando se liga a TV às 21h, é minha cara que está ali. O ator é transparente, dá para ver se ele não está a fim. Entrei com essa emoção toda, mas depois, vi que tinha que reafirmar a atriz que pensava ser, o porquê estou na profissão, para chegar aqui às 7h e sair às 21h e não cansar — salienta ela, que bancou sozinha a festa do capítulo 100 da trama para equipe e elenco.

Seus sentimentos de ordem — algo entre o tesão absoluto e a atenção constante — a mantiveram não somente imersa no labirinto de ser Helena, mas a colocaram como porta-voz da novela, uma operária a serviço do bem-estar da trama. O exercício envolve decorar e gravar, conceder entrevistas, mas também unir, aconchegar, brigar pela obra. De opiniões fortes, Julia analisa o caminho percorrido por “Em família”:

— Novela tem que ter história, drama, romance. Não dá para achar que é clipe e cenas de ação, porque isso é outra coisa. O público quer ver folhetim. O Maneco resistiu muito em não responder a essas críticas. Ele tinha uma novela na cabeça, boa ou ruim, certa ou errada, era um novelão. Talvez se tivessem deixado ele fazer... Essa coisa de grupo de discussão, conserta dali, muda de lá, acaba que você descaracteriza um trabalho. Mas não adianta falar sobre isso. Fizemos a melhor novela que podíamos fazer. Entrei tão imbuída de coisas boas que me recusei a largar esse bastão da positividade.

Essa natureza conciliadora, a busca pela harmonia, se apresenta como um traço marcante da atriz. Se as tem, Julia tratou de camuflar suas excentricidades. Não banca a estrela, embora tenha porte. Uma ida ao Projac comprova isso. No caminho para fazer as fotos desta reportagem, a atriz ia sendo abordada, uma breve prosa com Marcius Melhem, um aceno para Isis Valverde e Reynaldo Gianecchini, até uma declaração de Ricardo Blat: “Julinha, eu te amo”, gritou o ator, enquanto se deslocava num carrinho, chamando a atenção da atriz. O jeito dócil, porém, não trai sua natureza reservada. Casada há 21 anos com Alexandre Borges, Julia procura preservar ao máximo o relacionamento com o ator, eventualmente bombardeado por supostas crises.

— As pessoas se preocupam mais com nosso casamento do que a gente. Nosso casamento é para a gente, sempre foi. Se existe até hoje, é porque ele é bom. Não há segredos, é o dia a dia, você ter sonhos renovados, identificações, vontade de estar junto, ter amor, acima de tudo. É difícil você não pensar em criar uma coisa para sempre, mas o para sempre é o agora. E quando você vê, passaram 20 anos. A gente sabe que pertence a um lugar comum. Mas não fazemos planos para daqui a 20 anos. Espero estar viva, em primeiro lugar. A gente nem pensa assim porque é muito longe — explica Julia, que protagonizou com Alexandre histórias intensas, verdadeiras discussões de relacionamento, na peça “Eu sei que vou te amar” (1994) e no filme “Um copo de cólera” (1999): — A gente estava vivendo um momento tão incrível, o início do nosso relacionamento, uma outra vibe, que a gente podia fazer qualquer coisa, que nada daquilo importava. É o grande barato de ser ator: você viver o ódio, a loucura, e estar vivendo o idílio na vida pessoal. Depois que o Miguel nasceu (o filho de 14 anos do casal), a gente passou a fazer menos coisas juntos, até para se render. Enquanto um estava trabalhando, o outro estava em casa.

A maternidade, aliás, revela muito sobre a atriz. Luiza Lemmertz (do seu relacionamento com o empresário Álvaro Osório), recorda, agora com graça, seu período de adolescência. A fase de inquietações, foi para ela também o momento de se trancar num universo particular, ao qual a mãe não tinha acesso. Coube a Julia exercitar a paciência e o amor devotado.

— Fiquei muito comigo, porque precisava descobrir as minhas coisas. Fiquei silenciosa, quieta, chata. E ela, tadinha, tentava de tudo, queria saber o que estava acontecendo. Não dava certo (risos). Essa coisa de mãe e filha, duas mulheres amigas, só aconteceu quando fui para São Paulo (aos 20 anos) — lembra Luiza, de 26, que compartilha a mesma profissão da mãe e tem o mesmo nome da personagem de Bruna Marquezine na trama: — Rolou muito de me perguntarem por que eu não fazia a novela. Era chato de ouvir. Mas não consigo enxergar a gente na mesma situação da novela, não tem nada a ver com a gente.

Mas dividir a cena com a mãe é um “desejo alucinante” e que começa a ser desenhado. Ainda não aconteceu, segundo Luiza, devido ao seu processo de atriz ainda em construção e por falta de tempo. E, sim, é preciso achar o texto! Do seu lado, Julia se prepara para se despedir de Helena, deixá-la em seu mar de contradições (boiando, quem sabe) e nadar em outras águas. No dia a dia, significa, entre outras coisas, curtir as férias do Miguel.

— Como se diz no futebol, vou tirar o meu time de campo — afirma Julia, que entrega, sem titubear: — Encararia outra protagonista. Depois dessa, encaro qualquer coisa. Comecei essa novela me atirando de um avião, a 12 mil pés, para não deixar dúvida que poderia fazer. É isso: você tem que se atirar mesmo.

‘Quando pensei na última Helena me lembrei da primeira’

‘Julia é uma atriz completa. Transita, com a mesma desenvoltura, no cinema, no teatro e na TV. Colhe o sucesso nas três atividades, aparentemente idênticas, mas que guardam uma sensível diferença na utilização da voz e do corpo. É comum ouvirmos alguém criticar uma atriz num filme, dizendo ‘ela está muito teatral’. E o teatro — pai e mãe da arte de representar — passa a ser citado como um defeito. Por que isso acontece? Pela má utilização das ferramentas que cada uma das funções exige. Não é fácil alcançar esse equilibrio. Julia alcança. E quando a vemos no teatro, no cinema ou na TV, percebemos sua intimidade com os deuses que abençoam e protegem os grandes artistas. Não basta o talento. O que faz a diferença é a bagagem cultural. E no caso da Julia, a que se traz do berço, não fosse ela filha de Lilian Lemmertz e Lineu Dias, dois dos mais representativos nomes da arte de representar. Por tudo isso, quando pensei numa última Helena fechando o ciclo de oito protagonistas, obviamente me lembrei da primeira, a que criou comigo o personagem: Lilian Lemmertz, em ‘Baila comigo’. Por todas essas razões o nome da Julia surgiu naturalmente para encabeçar o elenco de ‘Em família’. Fiz o melhor que pude, mas sei que ainda fiquei devendo muito a essa grande atriz. Que ela me perdoe”. Manoel Carlos
-----------------------------------------------Jornal Extra
Adorei a entrevista.  Queria ter a generosidade e serenidade da Julia, mas não tenho, por isso prefiro não comentar sobre essa novela, porque não vai sair nada de bom.  Para mim, nada justifica essa novela ter sido o que foi.  A Julia fez um trabalho lindíssimo, deu o sangue por uma novela que não a mereceu, mas ela fez isso por ela, pela mãe, pela família e pelas pessoas que a amam e tenho certeza que todos reconhecem isso. Eu reconheço e me orgulho.  Parabéns pelo seu talento e pela sua força.  A tal 'cena da lingerie'  foi muito engraçada, me fez lembrar da saudosa peça 'Deus da Carnificina' pela bebedeira e pelo trench coat.  Até as flores no vaso em cima da mesa do hotel me lembraram a peça.  Foi a melhor cena da novela, sem dúvida.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Alexandre em Paris

Posted by Diana Ferreira on 12:04

Olha o título da matéria no blog da Patricia Kogut: "Alexandre Borges vai a Paris e abre álbum de viagem".  Você clica pra ler a notícia achando que vai ter ao menos umas 5 fotos, e tem duas.  rsrs  Essa é a ideia dela de 'álbum'.  Ok. Observações à parte, aqui estão as duas fotos que a Kogut postou e que eu achei que eram mais...



domingo, 15 de junho de 2014

21 anos...

Posted by Diana Ferreira on 11:46

Hoje, esse casal tão querido completa 21 anos de união.  Alê e Ju, parabéns!! Desejo toda a felicidade do mundo para vocês hoje e sempre.  Nunca vi duas pessoas mais perfeitas uma para a outra e que combinam tanto na gentileza, na generosidade e na simpatia.  Vocês se completam e inspiram a todos ao seu redor.


quinta-feira, 5 de junho de 2014

Poema Bar em Paris!

Posted by Diana Ferreira on 21:52

Ahhh como eu queria ir!!!!!!!!!  O recital já é lindo, em Paris então...deve ser muito mais!!


terça-feira, 27 de maio de 2014

Posted by Diana Ferreira on 13:23

Júlia Lemmertz posa na escada de casa para estimular adoção de gatos

A atriz é uma das estrelas do ensaio "Oitovidas", do fotógrafo João Pedro Sampaio. Angélica, Reynaldo Gianecchini entre outros também já posaram.


Júlia Lemmertz abriu uma exceção na sua atribulada agenda de gravações de "Em família" e posou para as lentes do fotógrafo João Pedro Sampaio. As fotos da atriz sem maquiagem na escada do apartamento onde mora em Ipanema, na Zona Sul do Rio, irão ilustrar o ensaio "Oitovidas", que tem como objetivo incentivar a adoção de gatos abandonados. Já posaram para as lentes do fotógrafo Marcos Palmeira, Angélica, Reynaldo Gianecchini, Paola Oliveira e muitos outros. Detalhe: Júlia não abandonou os capítulos da novela das nove, em que vive Helena, nem para as fotos!

Em uma entrevista dada ao EGO, João contou que foi uma ida dele a ONG "Oitovidas" para adotar um gatinho que tudo começou. A ideia é montar uma exposição com as fotos para ajudar o projeto. “A ideia inicial era montar um calendário, mas tem sido muito gratificante o apoio dos artistas a causa, que estão cedendo seu tempo e imagem em prol da exposição 'Oitovidas'. Os gatos são animais domesticados bastante sofridos e que sofrem todo tipo de abuso. Muitos são abandonados a própria sorte ainda pequenos. Pretendemos com essa iniciativa descobrir novos e amorosos lares para eles”, contou João que deve expor as fotos em dezembro.
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